Memórias de Adriano

"Como toda gente, só disponho de três meios para avaliar a existência humana: o estudo de nós próprios, o mais difícil e o mais perigoso, mas também o mais fecundo dos métodos; a observação dos homens, que na maior parte dos casos fazem tudo para nos esconder os seus segredos ou de nos convencer que os têm; os livros, com os erros particulares de perspectiva que nascem entre as suas linhas." in Memórias de Adriano de Marguerite Yourcenar

Nome: Paulo Pisco
Localização: Setúbal, Setúbal, Portugal

Domingo, Julho 05, 2009

Mudar só depois de ver a mudança.

Como dizem muitos agora as coisas parecem não estar a correr de feição ao governo. Cheira de facto a fim de festa. As fragilidades, sempre existentes, tornam-se agora evidentes. Porquê?

Porque de repente todos perceberam que a receita que parecia estar longe do fim apareceu com hipóteses de estar para acabar. Até os Ministros e por isso se deram ao desfrute de fazer asneiras mais visíveis.
Nestas alturas existe, entre nós, uma capacidade notável de efeito de contágio. Subitamente aquilo que parecia conter muitas virtudes vê-se a braços com todos os defeitos. Para isso bastou ao governo (PS) perder as eleições europeias. Nada mais. O resto está como sempre foi, mas mais gasto.

Há de facto nos Portugueses uma dupla característica que nos parece pouco saudável: o da subserviência ao poder (e ao dinheiro) e o efeito de rebanho. O primeiro faz-nos sentir sempre subalternos o que parece ser para muitos uma condição natural, o segundo, que decorre do primeiro, é só nos sentirmos bem quando acompanhados, mesmo se mal. Um subalterno nunca está (bem) só.

Este fenómeno passa-se em toda a sociedade mas de uma forma mais intensa na imprensa e na opinião publicada. Por isso até nas sondagens os efeitos de mudança só se fazem sentir depois de uma alteração nos actos eleitorais. Parece que só acreditamos na possibilidade de mudança quando ela já aconteceu. Só a sentimos possivel depois de acontecer. E o pior de tudo é que não este sentimento não diz respeito apenas às eleições…

Domingo, Junho 28, 2009

Texturas


S/T

elda maria

2009

Quinta-feira, Junho 25, 2009

The Toy Boy Die


O menino que não cresceu (ou que cresceu cedo de mais) foi a imagem que MJ deixou. Uma espécie de Peter Pan em carne e osso. Quando envelheceu tornou-se ridículo, porque a natureza continua a ser superior ao desejo humano. Foi, no entanto, alguém com um enorme talento e que marcou a cultura Pop do século XX.

Texturas


caixa negra

Francisco Mendes

2009

Algo pode estar a mudar

"Jorge Jardim Gonçalves é um dos indiciados pelo Ministério Público

Cinco ex-gestores do BCP acusados de burla e manipulação de mercado"

in Público on-line.


Pode ser que não dê em nada, mas sobre estes senhores era necessário cair uma qualquer sanção pública. Em Portugal parece que basta ter dinheiro para se ser respeitado. Não basta. É preciso ter-se um pouco mais. Tê-lo ganho honestamente é uma das condições indispensáveis.

Vamos ver se para além da acusação o MP consegue levar alguns destes senhores a uma condenação séria. O que estes senhores fizeram, assim como os do BPP e do BPN prejudicou mais o País do que todos os pequenos assaltos realizados nos últimos e nos próximos anos, feitos pelos delinquentes que enchem as nossas cadeias.

Com isto não queremos desculpar estes últimos mas apenas chamar a atenção para as reais proporções de dinheiro envolvido. A honestidade não veste fato nem usa perfume assim como a desonestidade nem sempre aparece suja. E o dinheiro não legitima nada, apenas devia tornar mais responsáveis quem tem com ele uma posição de privilégio.

Quarta-feira, Junho 24, 2009

Tempo


.

adriane

2009

Qualquer Tempo

Qualquer tempo é tempo.
A hora mesma da morte
é hora de nascer.
Nenhum tempo é tempo
bastante para a ciência
de ver, rever.
Tempo, contratempo
anulam-se, mas o sonho
resta, de viver.

Carlos Drummond de Andrade, in 'A Falta que Ama'

Terça-feira, Junho 23, 2009

Um feliz aniversário para a nossa flor


Domingo, Junho 21, 2009

Contemplação de Domingo



[__entre vales e céus, tão só__]

bruno silva


2009

Quarta-feira, Junho 17, 2009

Numa roda viva


Círculo

vitor tripologos

2009

Sexta-feira, Junho 12, 2009

A volúpia de Gaudí


La Pedrera IV

J. PEDRO MARTINS

2009

Quinta-feira, Junho 11, 2009

Exemplo, ainda sabemos o que é?


"Não vale a pena dar 'sinais de esperança' ou 'mensagens de confiança'. Quem assim age tem apenas a fórmula e a retórica. Dê-se o exemplo de um poder firme, mas flexível, e a democracia melhorará. Dê-se o exemplo de honestidade e verdade, e a corrupção diminuirá. Dê-se o exemplo de tratamento humano e justo e a crispação reduzir-se-á".

António Barreto in Discurso do 10 de Junho de 2009

António Barreto, como todos nós, está farto de retórica. Queremos boas acções que nos ajudem a ser melhores. Vamos dar bons exemplos, mais, vamos exigir que eles sejam dados. O efeito de contágio também se aplica às boas acções. Há que tentar…sem reservas. Sabemos todos que podiamos ser piores. Mas o contrário também é verdadeiro e mais compensador. Vamos pois tentar ser melhores.

Quarta-feira, Junho 10, 2009


Terça-feira, Junho 09, 2009

Paisagem?


.

Rui Vaz

2009

Segunda-feira, Junho 08, 2009

Divulgação

Concurso de Artes Plásticas do Distrito de Setúbal

O Concurso de Artes Plásticas da Resarte terá periodicidade anual e visa consagrar o reconhecimento do mérito e talento de artistas que se distingam na área das artes, consideradas nas seguintes vertentes: pintura, escultura, multimédia, design, arquitectura, fotografia, infoarte, joalharia, ilustração, banda desenhada, instalação e street art.Este concurso tem como objectivo estimular a produção e divulgação dos trabalhos de arte realizados por cidadãos do Distrito de Setúbal, residentes ou estudantes do Distrito Setúbal.A Resarte apoiará os participantes com insuficiências económicas, em moldes a acordar com o secretariado, de modo a promover os princípios constitucionais de igualdade de oportunidades e de solidariedade entre cidadãos. Podem participar todos os artistas, amadores, estudantes ou profissionais, até aos 35 anos de idade, inclusive.

A entrega das peças decorrerá de 26 de Maio a 31 de Julho de 2009, data em que encerram as inscrições.Os trabalhos, fichas e demais documentação devem ser entregues na Fundação INATEL – Agência de Setúbal, sito no Praça da Republica 2900-507 Setúbal, de 2.ª Feira a 6.ª Feira das 9:00h ás 18:00h, encerrando aos Sábados, Domingos e Feriados.As obras inscritas no concurso, que tenham sido aprovadas de acordo com o artigo 10.º, serão expostas de 5 de Setembro a 3 de Outubro em espaços para isso providenciados pela Resarte, sendo visitáveis nos locais a anunciar.O Júri é presidido pelo Director do Museu de Setúbal/Convento de Jesus, Senhor Professor Doutor Fernando Batista Pereira, que convidará elementos das instituições colaboradoras e pessoas de reconhecido mérito para o constituir, sendo que o número deve ser ímpar.

Os Critérios são:

a)A criatividade;b)A originalidade e inovação;c)A qualidade;d)A dificuldade;e)A relevância cultural;f)A actualidade e pertinência social.Serão atribuídos prémios pecuniários às obras apresentadas a concurso.
O primeiro prémio, doravante Prémio Câmara Municipal de Setúbal, tem o valor de 500 €.O segundo prémio, doravante Prémio Delta Cafés, tem o valor de 250 €. O prémio revelação, doravante Prémio Herdade do Vale da Rosa, tem o valor de 150 €.As Menções Honrosas terão um prémio não pecuniário.
Após o Concurso, as obras serão expostas em Setúbal, na Fundação INATEL – Agência de Setúbal, entre Outubro e Dezembro de 2009, e em Almada, na Oficina da Cultura, entre 30 de Janeiro e 12 Fevereiro de 2010.

Para mais informações:
http://www.resarte.blogspot.com/
resarte09@gmail.com
96 388 31 43

Domingo, Junho 07, 2009

Mais livres

No alto há paz

Fatima Joaquim

2009


O nosso último post parecia premonitório, no sentido de valer a pena olhar (e fazer as coisas) de baixo para cima. Mudar de perspectiva. A comunicação, especialmente, no Pais político, está viciada. Os resultados desta eleição são a maior prova. Já tudo foi dito esta noite. Tudo foi um pouco diferente do esperado. Tudo, ao longo da noite, parecia fora do baralho. A democracia tem destas coisas…

A partir de hoje o Pais tem uma enorme responsabilidade. Não pode deixar para ninguém as decisões do seu futuro. Tudo está em aberto e mais livre. Vamos ser mais responsáveis.

Sexta-feira, Junho 05, 2009

Try bottom-up


38

J. PEDRO MARTINS

2009


A visão top-down que normalmente temos, entre nós, parece estar a chegar ao seu limite. Faz falta em Portugal enfrentar os problemas que temos numa abordagem bottom-up. Os resultados poderão vir a ser surpreendentes.

Bocas




like a star

jose ferreira

2008

Indispensável


Coffee Break

Paulo Pinto

2009

Quarta-feira, Junho 03, 2009

AC/DC


A acontecer hoje no Estádio Alvalade XXI, em Lisboa. Com a casa quase cheia, 45 mil segundo alguns. Esperamos que seja um bom concerto. Esta banda já era antiga quando eramos adolescentes, mas hoje, é o nosso Filho que está por lá.

A longevidade tem destas coisas, os dinossauros parecem conseguir não deixar de ser "jovens". Com tudo a mudar há coisas que parecem não mudar. Coisas dos tempos.

Tiananmen



A luta pela liberdade não tem cor política. Tiananmen já foi há 20 anos e foi o prelúdio de algo que inevitavelmente, pensamos, irá acontecer: A democratização do estado chinês.

A resposta dada pelo regime foi mais repressão política e mais liberdade económica. Um clássico Já assistimos a muitos processos de transição de ditaduras para democracias, inclusive entre nós, para sabermos como inevitavelmente este irá acabar.

Apesar da tradicional “paciência de chinês” um dia vai mesmo mudar. E este dia 3 de junho será sempre um marco determinante nesse processo. Bem-haja, os que nesse dia, não se resignaram a baixar os braços, mesmo quando arriscaram ou perderam a vida.

Terça-feira, Junho 02, 2009

Ascensão


depois de cá ... lá

Francisco Mendes

2009

Sexta-feira, Maio 29, 2009

Barroco


Aos Céus
Miguel Afonso
2009

Quarta-feira, Maio 27, 2009

mais um dia que vejo partir...


]mais um dia que vejo partir...[ II

Marques Tavares Carlos

1999
Nesta circunstância só podemos lamentar não ter tal cenário para ver...e constatar, que mais um está a findar.

Domingo, Maio 24, 2009

Farol


Peggy's Cove #1

Carlos Pinto

2009


Gostamos de Faróis.


Não sabemos bem porquê, mas desde a infância que nos fascina. É algo entre a sua função, de ponto de referência e orientação, para os outros, e a sua condição, o isolamento e contemplação, para o próprio. Sendo, só, aparentemente paradoxal. Mas não será sempre assim. Não serão os lugares de referência e orientação sítios de isolamento e cotemplação?

Sexta-feira, Maio 22, 2009

Bairros Criticos

Seminário Internacional

"A Iniciativa Bairros Críticos e as experiências de intervenção sócio-territorial em Portugal"
Dias 25 a 27 de Maio, de 2009, no auditório principal do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas

Alto da Ajuda, Lisboa

Com este seminário visa-se a apresentação pública da Iniciativa Bairros Críticos e dos trabalhos que têm vindo a ser desenvolvidos nos territórios abrangidos e a promoção de um debate alargado em torno de experiências de intervenção sócio-territoral, sobre a evolução dos conceitos e das metodologias de abordagem da temática da reabilitação urbana e um conjunto de pistas para a identificação dos factores-chave de sustentabilidade deste tipo de intervenções.



Programa

25 de Maio - segunda-feira

15.00 - Sessão de abertura
15.30 - 16.45 - Painel introdutório: Enquadramento das práticas integradas de intervenção
17.00 - 18.30 - Painel II: Desenvolvimento de intervenções integradas - a Iniciativa Bairros Críticos
26 de Maio - terça-feira

09.00 - 12.30 - Painel III: Intervenções urbanas integradas: experiências em curso
12.30 - Almoço livre
14.00 - 14.45 - Round world café
14.45- 15.45 - Painel IV: Intervenções urbanas integradas: da experiência para o mainstream
16.15 - 18.00 - Painel V: Reflexão prospectiva sobre as intervenções integradas
18.00 - 18.30 - Flashlights: Sumário das intervenções, dos debates e do round world café
27 de Maio - quarta-feira

09.00 - 12.30 - Painel VI: Avaliação das intervenções urbanas integradas
12.30 - Síntese das conclusões do encontro
12.45 - Sessão de encerramento


A inscrição é gratuita, devendo ser formalizada até 21 de Maio, através de correio electrónico (diec@ihru.pt) ou fax (21 723 15 70).
Mais informações:

Divulgação

João Bénard da Costa





Não nos vamos alongar muito sobre a perda que é para todos nós a morte de JBC, outros o farão melhor e com muito mais autoridade. No entanto, gostávamos de evocar a nossa curta memória deste personagem tão inquietante e invulgar da nossa cultura.

A primeira vez que o vimos foi no início da década de noventa, enquanto jovem estudante de arquitectura, num dos ciclos da Cinemateca. Pareceu-nos um daqueles homens fora do tempo, até um pouco empoeirados e de francófona ascendência, como se cria de um intelectual daquela geração. Mas ao ouvi-lo dissertar ao vivo algo de contraditório, ou mesmo anacrónico, existia entre esta primeira imagem e o profundo sentido do que dizia.

Começamos, então, a acompanhar o que escrevia e percebemos que era um homem de excepção. Apesar de ser de esquerda era profundamente crente e católico, algo raro e mesmo difícil de compatibilizar na sua geração. Isso e a sua enorme “panorâmica” sobre a arte e a cultura permitiram que vivesse acima das pequenas coisas que mataram tanto promissor intelectual da sua geração. Permitiu-lhe a liberdade de acção e pensamento. Sempre com uma perspectiva própria, utilizando sempre uma pedagogia encantatória, como nos filmes e na pintura que mais apreciava. Lê-lo era sempre um prazer, apesar de não ser, tal como o próprio, uma escrita do nosso tempo.



No dez de Junho de 2007 tivemos a felicidade de o ouvir ler o magnífico texto que escreveu sobre a cidade de Setúbal e sobre a natureza dos seus mistérios. Foi das coisas mais belas que se fizeram sobre esta cidade nos últimos anos e curiosamente, ou não, não foi feito por alguém de Setúbal, mas por alguém que amava esta região (quem não leu os seus magnificos textos sobre a Arrábida) há muitos anos e que se deixava encantar por aquilo que não é visível que está, quase sempre, para além da imagem.

Muito obrigada pela inspiração que foi e será,




FIM

Quarta-feira, Maio 20, 2009

Purple


Deep Purple

Ingrid

2008

Terça-feira, Maio 19, 2009

O "novo" JA

Recebemos ontem o novo JA (Jornal dos Arquitectos) e lemo-lo com agrado. A nova Direcção – Manuel Graça Dias & Ana Vaz Milheiro – imprimiu diferenças estruturantes. Tornou-o mais acessível e compreensível, com um conceito editorial mais claro e abrangente para os diversos públicos. Tornou-se bilingue (Português/Inglês) o que é para nós uma grande vantagem para qualquer publicação disciplinar que queira ganhar mercado e com isso maior dimensão e massa crítica. Positiva a mudança.

Apesar dos autores (arquitectos) continuarem a ser sistematicamente repetidos, chamamos a atenção para o artigo de Jordi Borja e a entrevista de Helena Roseta que obrigam a pensar fora dos espartilhos habituais – disciplinares e político/mediáticos – algumas questões verdadeiramente importantes para a vida das pessoas e das cidades.

A seguir com atenção.

Domingo, Maio 17, 2009

Letras


( não sei contar histórias )
MARIAH
2009

Sexta-feira, Maio 15, 2009

Parabéns ao nosso Amor


procuro(te)
Armando C F Palhau
2009

Quinta-feira, Maio 14, 2009

Fé 2



[__agarrado à fé__]

bruno silva

2009

Quarta-feira, Maio 13, 2009


Foto Jornal Público

Procissão de Nossa Senhora da Conceição

Bela Vista em Setúbal

É necessário ter muita Fé, não só em Deus (que é um privilégio de alguns), mas, fundamentalmente, nos homens para mudar as coisas. O pior é acreditar que os dados já estão definitivamente lançados e que nada se pode fazer. Bem-haja os que ontem tiveram a coragem de continuar a acreditar, em Setúbal, particularmente, na Bela Vista.

Também somos daqueles que recusamos a resignação. É preciso dar futuro a estes jovens, que consideram ser indiferente viver ou morrer e para isso é necessário acreditar que tudo pode mudar basta ter a disponibilidade de acreditar. Não é fácil mas é possível. Vamos tentar.

Terça-feira, Maio 12, 2009

Letras como expressão


4 estações...
Elsa Sousa Faria
2009


Desde a invenção da escrita que a letra é utilizada como forma de expressão visual. A arquitectura tem sido um dos seus veículos. Lembramo-nos do ensaio de Robert Ventury, nos anos 70 que, entre outras coisas, referia a importância da escrita como símbolo urbano por excelência (Venturi, Robert, Denise Scott Brown, and Steven Izenour. Learning from Las Vegas: The Forgotten Symbolism of Architectural Form. Cambridge, MA: MIT Press, 1977).

Las Vegas, precursora do néon, demonstrava à saciedade que a escrita podia e devia ser uma forma de expressão na cidade. Particularmente a partir da publicidade e da possibilidade de a tornar artística, com o advento da Pop Arte. Hoje com os novos meios de comunicação e as novas capacidades técnicas e tecnológicas (o binómio arte & técnica é inesgotável), a escrita assume cada vez mais um papel de comunicação/expressão em todos os campos da arte, particularmente no da arquitectura. Com resultados cada vez mais interessantes.

Terça-feira, Maio 05, 2009

Liberdade 3


Callophrys rubi

Jacinto Policarpo

2009

Domingo, Maio 03, 2009

Liberdade 2


Saltos para a liberdade


jaime


2009

Segunda-feira, Abril 27, 2009

Solidão observada ou vivida?..


Na marcha da solidão

Patricia Cohen

2008


A solidão é um “estado de espírito”, mais do que uma realidade. Fazendo parte da natureza humana é essencial ao crescimento e amadurecimento individual. Boa para a produção intelectual e artística. Boa para o espírito. Mas nem sempre é virtuosa. A solidão indesejada não é um a bênção, pode até revelar-se um tormento.

Esta foto revela uma solidão algo ambígua e por isso é tão interessante e ilustra tão bem o próprio conceito. Para quem vê projecta uma bela imagem, mas ao longe sem se ver o rosto da personagem, sem lhe fazermos perguntas, sem nos determos com o outro. Pode ser desejada ou indesejada, observada ou vivida mas faz parte, sem dúvida nenhuma, da nossa caminhada.